Sobre mim e outras coisas, irreais, ou nem por isso...

13
Ago 10

Estou KNOCK OUT.

 

Um mal estar geral abateu-se sobre mim, mas já não é de hoje.

 

Nos últimos 15 dias já gastei quase 40 euros em testes de gravidez, mas sou burra e não entendo, ou não quero entender, que se apesar de um grande atraso aquilo diz não, é porque é não. E será outra coisa qualquer.

 

Sinto calores, suores, cansaço ( eu sei, está calor, tenho trabalhado muitas horas, dormido pouco, mas não é SÓ isso).

 

São muitos meses à espera... e parece que ainda vou ter de esperar.

 

De qualquer modo, já marquei a revisão na GO do costume, que me vai dizer que sou louca, que tenho duas filhas lindas, uma vida complicada e trabalhosa, para quê outro filho, blá blá blá, aproveitar a vida,  conversas de quem já me conhece desde os 16 anos (e vou nos 35...).

E vai ouvir a conversa do costume, que eu quero, e que não vou ficar mais nova, e que quanto mais tarde mais riscos, e que com duas cesarianas ela limitou-me a 4 e eu só peço 3...e lembrá-la que faz na próxima semana 5 anos, debaixo de uma epidural e com uma bonequinha cabeluda acabadinha de sair da barriga, marquei encontro com ela naquele bloco operatório para o ano de 2007, para ir buscar um Alexandre, e já estamos em 2010 e nada.

 

Nesta guerra estou quase sozinha. É do conhecimento geral de quem convive comigo que eu quero ter mais filhos. Sorriem e dizem que é preciso ter coragem, ou dizem que estou doida, que a vida está difícil, e mais isto, e mais aquilo.

 

Ele , nem apoia nem deixa de apoiar. Acho que me diz que sim com um misto de não me querer ver triste , mas com medo do que virá, com vontade de ter mais um minúsculo nos braços, mas que cinco na mesma cama já são muitos. Mas pelo menos já deixou de dizer não. E garante que , se vier, será muito amado. Chega-me saber isso.

 

Pelos meus sogros, imagino eu que podiam vir mais 5 ou 6 e eram poucos.

Pelos meus pais, não tenho qualquer dúvida do amor e carinho que mais um bebé iria receber, como as irmãs e primas recebem, mas iriam suspirar e falar e  mandar pensar duas vezes , nas dificuldades da vida, nas incertezas e como tomar conta de mais um...é claro que aqui eu tinha de arranjar uma empregada para ajudar a minha mãe, porque ficar com 4+1ia ser uma dose . Por isso, nem abro a boca, nem comento ou desabafo, para evitar sofrimentos antecipados, a ambas as partes.

 

Nunca falei muito destes assuntos com as minhas irmãs, porque em solteira não era suposto haver "actividade", e depois de casada, continuei sem ter muit à vaontade para abordar estes assuntos.

Com amigas, no geral ( e também porque não tenho assim tantas), não falo. Porque invejo aqueles que, como diz a D,  só precisam "dar meia"...

Com a I, às vezes ainda falo qualquer coisita, mas nunca fui de entrar muito em pormenores, esses são só meus e do R.

 

(Além de que ainda me podem cobiçar o homem, se eu contasse as suas habilidades, e não posso arriscar-me a perdê-lo para uma invejosa qualquer!)

 

O que eu sei é que temos treinado, e bem!, diga-se de passagem, mas como uma selecção à portuguesa, os golos não surgem.

 

E se isto não fosse suficientemente mau, não sei quando me vem o período, e pode aparecer a qualquer hora! De enxurrada, como de costume! Nas obras, longe de casa ou de uma casa de banho ou de uma muda de roupa estratégica.

 

E já nem sequer vou entrar pelas hipoteticas doenças a que isto pode estar ligado, já nem vou por aí, senão...

publicado por na primeira pessoa do singular às 19:33

04
Jun 10

Lamento confessar, mas não consigo resistir a dar uma espreitadela ocasional  ao Artista Mágico e a Sabrinas.

 

Se calhar é abuso, mas aqueles dois enchem as medidas de um coração, e isso é bom e faz bem!

 

É bom saber que há mais pessoas apaixonadas no mundo, sejá há 1 ano, seja há quase 19.

 

 

(Hei, não me quero meter nas vossas conversas, mas devo informar que  os dias não serão todos assim! Mas, se vocês conseguirem essa proeza, façam uma boa acção ao Mundo inteiro e divulguem, e por certo serão candidatos indiscutíveis aos Nobel da Paz e Amor)

 

 

publicado por na primeira pessoa do singular às 12:56

25
Mai 10

Duração : leve o tempo que quizer

Com consulta - Não sei se mesmo assim vai encontrar a resposta

 

Questão 1:

G é filha de M e J e tem 3 irmãos. A família é de classe média baixa. Os pais têm uma micro empresa de uma actividade especializada, que se debate com difilcudades permanentes de tesouraria. M trabalha na micro empresa, toma conta dos filhos e ainda trabalha em part-time. Com esforço todos os filhos foram mandados estudar e detêm licenciatura em Universidades Públicas de renome.

Relacione este facto, com os sacríficios que esta família teve de suportar, admitindo que todos os filhos se encontraram a estudar deslocados do meio familia, e só a mais velha consegui redução de proprinas, num valor mensar que rondava os 25 Euros.

 

Questão2:

Descreva as implicações dos facto de os irmãos nunca terem tido acesso a motos ou carros, consolas de jogos , viagens de finalistas, mesadas ou semanadas, na crise do mercado de consumo-

 

Questão3.

G concluiu a licenciatura no prazo previsto, conseguiu emprego em poucos dias e veio a casar com R, também licenciado,dois anos depois, tendo contratado um pequeno empréstimo. Compare esta situação,  que remonta a 1998-2000 , com o que provavelmente ocorreria em 2010.

 

Questão 4:

J trabalha há mais de 40 anos, com descontos para a segurança social, mas ainda não atingiu os 65 anos. Nessa altura, terá trabalhado 48 anos e servido durante 3 anos no Exército, combatendo nas ex colónias. Relacione este facto com a necessidade de reforma, por motivos de saúde e cansaço, e não o poder fazer, sob pena de o valor da reforma ser diminuto, com todas as penalizações.

Confornte esta situação com a lista de espera para uma operação , já com vários meses, num hospital público, espera essa que tem deteriorado as condições de saúde que estão a afectar a capacidade de trabalho.

 

Questão 5:

G e R têm 2 filhas que estão a estudar no ensino público. A qualidade dos professores varia de muito mau a muito bom, mas apenas na avaliação directa que os pais podem fazer por observação de comportamentos e reacções. Relacione o facto de a qualidade de vida e condições económicas da familia terem caído brutalmente a partir de 2004 e o facto de G e R não possuirem orçamento para colocar as filhas numa boa escola particular. Tome em consideração que não existem gastos adicionais com créditos de consumo, troca regular de viaturas, férias em resorts em Portugal ou no estrangeiro, nem gastos desnecessários em vícios, como tabaco ou café,.

 

Questão 6:

G e R criaram uma pequena empresa de serviços P, potenciada pela publicação de legislação que criava novos nichos de mercado.Explique porque é que , tendo recorrido a diversas entidades e organismos, não foi possível obter qualquer apoio ou financiamento.

 

Questão 7:

A microempresa P debate-se com graves problemas de tesouraria, uma vez que os clientes não se sentem obrigados a pagar. Explique a pertinência da utilização das poupanças da família para pagar e cumprir as obrigações fiscais da micro empresa, em particular para o pagamento de IVA sobre facturas não recebidas e PEC sobre lucro que talvez nunca venha a existir. ´

 

Questão 8:

empresa X é cliente da P e de outra empresa T. X deve uma soma avultada a T, que por sua vez não pode cumprir os seus compromissos, e como tal debate-se  com uma situação de penhora e insolvência anúnciada. X assiste impávida e serena a esta situação e não se sente culpada, tentando até obter vantagem desta situação. Calcule a probabilidade de P vir a sofrer o mesmo problema, uma vez que existem facturas vencidas há mais de 60 dias sem previsão de pagamento.

 

Questão 9:

Numa composição de 20 linhas, explique a G onde é que está a fazer tudo errado

 

Questão 10:

das pessoas individuais e colectivas apresentadas, ordene, por ordem decrescente, a responsabilidade na crise, e sulinhe os que vão lecar por tabela com as mudanças que se avizinham

 

Bom trabalho

 

 

 

 

 

 

 

publicado por na primeira pessoa do singular às 11:41

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