Sobre mim e outras coisas, irreais, ou nem por isso...

14
Fev 11

Este fim de semana fiz tartes. Pastry, para ser mais fina. Amassei, deixei repousar e estendi massa que ficou estaladiça e saborosa.

Com maçãs, morango, melaço e nozes. Um pouquindo de açucar amarelo e manteiga.

 

Adoro programas de culinária, e delicio-me a vê-los nos canais da Meo.

Não gosto de ficar colada à receita, e gosto de inventar. Gosto de desafios, de me aparecer gente em casa e, de repente preparar um banquete, de ter só meia coisas no frigorifico ou na despensa e mesmo assim conseguir cozinhar algo  saboroso, de ter apenas duas ou três horas, e cozinhar refeições completas para um batalhão de gente...

De acordar de madrugada para fazer pão, doces, assados, para um aniversário em grande, para as miudas ou marido. Ou para mim, se faz favor.

De preparar compotas de laranja, tangerina, tomate, abóbora, figo, pêssego, marmelada, para oferecer à família e amigos.

Experimentar receitas de outros países, com outros sabores...

 

 

De cultivar na varanda as minhas ervinhas ou de as colher num passeio de fim de semana..

 

Sou apaixonada por equipamento de cozinha, e babo a olhar para batedeiras e "food processors" da Kenwood ou Kitchen Aid, e outros que tais, máquinas de massa, de gelados, de waffles, e toda a para fernália de equipamento mais simples , até mesmo uma linda colher de pau..

 

E depois vejo os concursos de culinária ( e também os do Biggest loser, é um facto), e penso: eu safava-me nisto...

 

E depois penso outra vez, e concluo que não...porque para mim, cozinhar não é luta ou sobrevivência. É um1 forma de ter e dar prazer, de descontrair e afastar pensamentos mais negros

 

 

Até porque  há dias em que consigo arruinar os mais simples leite creme ou arroz doce, ou esturricar o mais trivial dos guisados...

publicado por na primeira pessoa do singular às 11:04

31
Ago 10

São a minha desgraça de Verão, a par de melão gelado. Como eu gosto de fruta de Verão!

 

Dantes, quando ainda havia o barracão dos meus avós, do lagar e do forno, subiamos ao telhado para apanhar  figos roxos. Eramos garotas de 6 ou 7 anos, no telhado a comer figos ao sol. E eram deliciosos. Ou quando iamos ao pinhal na carroça da burra ou da vaca, apanhar caruma para os currais, há borda de um caminho, já no meio do pinhal, também havia uma figueira baixinha, onde era fácil apanhá-los.

 

Só já casadoira é que comecei nos pingo de mel, do sogro e da avó do namorado, e fiquei convencida, muito melhores.

 

Agora, conto os dias para chegar Agosto, porque os figos são do tempo em que nasceram as minhas catitas. As uvas são do início da escola, as cerejas são das festas em Maio, na Batalha. As nêsperas logo a seguir, as ameixas antes dos figos, e ao mesmo tempo que os pêssegos. Os marmelos são para o Outono, pelo que a vizinha é capaz de deixar uma taça de marmelada, um dia destes, na soleira da porta.

 

O ano passado fiz doce de figo, tal como fiz de laranja em Dezembro, de tomate e de maçâ, para oferecer no Natal.

Como faço fiz em outros anos. Agora tenho de experiementar em licor, como os que fiz de leite, café e leite condensado, pêra e mel ( invenção minha) e tangerina. Ando fisgada para fazer um de pêssego, que fique cor de coral... e se é para o Natal, está na hora de começar...

 

 

publicado por na primeira pessoa do singular às 12:28

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