Sobre mim e outras coisas, irreais, ou nem por isso...

07
Fev 10

Dizem as estatísticas que sou jovem empresária. Maldita a hora...

 

Farta de aturar patrões e chefes, decidi-me a criar o meu emprego, e demais quem fosse necessário.

 

Pensava eu:

Tenho um curso superior e até sou boa no que faço.

Não tenho medo de trabalhar,

Não vou gastar milhares de euros em mercedes nem casa da praia, nem viagem suspeitas a paraísos

Não sou de pagar jantaradas e whisky, não frequento casas de senhoras de profissão alternativa, ou alternada ou equivalente..

Não há muitas empresas neste ramo

A lei diz que os meus serviços estão previstos e são necessários,

Sou uma mulher desenrascada

 

e aqui vai disto!

 

Lancei-me às feras há pouco mais de 2 anos, em plena crise, num sector afundado, e sobrevivendo, não posso dizer que está a ser fácil.

 

As perspectivas eram boas, na práctica tudo é diferente.

 

A começar por ser mulher num trabalho de homens

 

Subsídios? Nicles

QREN? Não é para mim

Incentivos? Não sou elegível.

Cunhas, não tenho.

IEFP? Esqueçam, se ainda estivesse à espera...

 

"Triste herança te deixamos, filha", diziam ontem os meus pais, que há 30 anos que andam para o mesmo...e que constituem grande parte do apoio e suporte que permite que esta luta se mantenha acesa.

 

 

Para trás ficam sonhos de família adiados, horas de sono perdidas, comprimidos anti ansiedade,  quilómetros percorridos, publicidade que parece invisível.

 

Raio de vida a minha!

publicado por na primeira pessoa do singular às 15:15

29
Dez 09

 

Como se não tivesse mais nada para fazer, decidir começar um blog.

Logo hoje, com tanto para fazer, e trabalhos com entrega marcada, que não posso, de modo nenhum, falhar!

É o normal, em mim. Começar com muita antecedência, abrandar a meio, e deixar para o fim, num stress desgraçado: parece que não sei trabalhar sem ser em pressão, ou sem estar a fazer mil e uma coisas pelo meio e ao mesmo tempo.

Perita a inventar coisas para me esquivar de fazer o que tem mesmo que ser feito


 Nasce agora um dilema:Divulgo ou não?

Se sim, fico limitada no que possa escrever, porque prezo muito quem me rodeia.

Se não, então porquê? Mais valia ter um diário...

 

E o que vou escrever?O que me apetecer. O que me doer. O que me roer.Nem sempre sobre mim, nem sempre real.


 Não sei quando volterarei a escrever, mas também não é isso que interessa agora. Quando tiver tempo, quando me apetecer.

 

Agora, é descobrir como isto funciona...mas não vai poder ser já hoje. Já está num template bonitinho, o que  não é nada mau. Estou quase satisfeita com a façanha
 .!

publicado por na primeira pessoa do singular às 16:17
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