Eu ainda não percebi muito bem se a crise é mesmo a sério ou se é só nas notícias.
Nem se a crise é económica ou é de poleiro e ganância.
Em minha casa já entrou quase o dobro do dinheiro que agora entra, e eramos apenas metade. Aprendi a gerir melhor, a pensar antes de gastar, e vejam só, ainda dá para poupar qualquer coisinha.
Proponho assim aos srs governantes:
-Abolirem o motoristas para transportes de funcionários dos mais diversos níveis e categorias profissionais. Não têm carta de condução? Tirem-na, comprem-na, mas poupem-me de pagar a alguém que recebe para passar a maior parte do dia sem fazer nenhum.
- Diminuirem toda a catrefada de administradores, directores, gestores e respectivos vices, subs, sercretários e delegados, de mil e uma instituição, fundação, comissão, delegação, aos estritamente necessários. Imponham-lhes um tecto salarial de 4 ou 5 ordenados mínimos e sem outras regalias, que eles próprios saiem... pelo seu pé.
_ diminuir ao estritamente necessário, útil e gerador de mais valias as ditas entidades (instituição, fundação, comissão, delegação...) porque muitas existem para serviço exclusivo de minorias.
- Aos que ficarem, exijam a permanência efectiva no local de trabalho e apresentação/justificação física do trabalho apresentado ( não o da sua secretária). É que não estando a tempo inteiro, só poderão receber o parcial respectivo, certo?.
- Definir modelos de viaturas e quem tem direito a usá-las, sem excepção.
-Diminuir comitivas em visitas de estado e governo no interior e exterior, bem como os almocinhos, jantarinhos, a quantidade de carros públicos que se desloca a estes eventos, só de motorista e um caramelo no banco de trás...
- Informar os srs funcionários públicos que cá fora, no mundo real, as pessoas trabalham horas extra para entregar as coisas nos prazos,e que quando fazem as pessoas esperar e voltar a esperar nas repartições públicas, é dinheiro mandado fora.
- Punha desempregados a fazerem de cantoneiros, guardas florestais, seguranças,limpezas,reparações, em vez de abrir sucessivamente concursos para empresas deste tipo de serviço.
- Promovia a utilização de terrenos públicos para execução de agricultura ou pecuária de subsitência para abastecimento de entidades públicas em alguns mantimentos, dando conhecimentos práticos a quem lá trabalhasse e garantido abastecimento local a escolas, hospitais, etc...ainda alugando a preço simbólico para utilização de particulares.
- Voltar a serviços mínimos ( salvaguardando a saúde e a educação, prestações sociais em caso de doença, saúde e desemprego)
- Substituir o subsídio de desemprego por um rendimento de subsistência com base no agrgado familiar e não nos salários anteriormente auferidos ( quer para mais, quer para menos).
- Acabar com os subsídios escolares para famílias que não promovam a ida e interesse pela escola, que faça férias caras no estrangeiro e depois se queixem de não ter um tostão para os livros, dar senhas para materiais e refeições em vez de dar dinheiro.
Continua.
Agora vou almoçar que tenho fome
