Uma paixão platónica do tempo da adolescência, que nunca deu pela minha existência durante os anos em que partilhámos a sala de aula " amigou-se-me" no FB.
Há coisas nesta vida....
Uma paixão platónica do tempo da adolescência, que nunca deu pela minha existência durante os anos em que partilhámos a sala de aula " amigou-se-me" no FB.
Há coisas nesta vida....
Deitei-me com o teste por fazer, e tudo me doía.
Sonhei, quer dizer, tive pesadelos...raspei o carro numa estrada estreita, andei perdia em ruazinhas estranhas, caiu o telhado da casa de banho, e dei por mim a fazer um teste de cores junto aos morangos selvagens do quintal da minha avó, aonde não vou há quase 20 anos. E depois o teste dava que era um bebé que estava a morrer.
Rebolei na cama ente as 3 e as 4 e meia da manhã, e lá me decidi a levantar. Fiz o teste, deu negativo, como de costume, voltei a deitar-me e adormeci na concha do marido.
Voltei a sonhar, com obras num deserto, pontes e estradas, ( sonhar com obras, para mim, é bom!) e eu conseguia sentir a areia, grossa. E de repente, junto aos pilares da obra saiem meninos negros a cantar, sobre como era bom aprender, e conhecer linguas, e dirigiam-se para uma escola tribal.
Depois surgiu um rio, com águas claríssimas, e começaram a nascer peixes, e o deserto começou a verdejar. E eu a fazer grandes planos de organizar a comunidade, de modo a permitir a prosperidade, sem danificar os recursos naturais...
O meu cérebro faz-me coisas destas.
Ainda assim, não consegui compensar toda a tristeza, com esta visão do paraíso