Sobre mim e outras coisas, irreais, ou nem por isso...

09
Abr 12

Um "mal amado e expatriado" dizia, em Setembro de 2010, que sentia um aperto no coração ao determinar medidas de austeridade, ao que um "mal enjorcado" respondeu que os contribuintes sentiam era a dor no pescoço da sua aplicação.
Mal sabiam eles que um " mau elemento" viria a fazer pior, sem qualquer dor ou mágoa, e ainda se sente feliz por ser comparado a um "rigoroso" alemão.
Pode apertar tudo, o coração, o percoço e o cinto, desde que se abram os cordões.
Imagino que à noite, aperte as mãozinhas delicadas, e adormeça sorrindo, imaginando-se aplaudido e vaidoso pelos bons serviços à Nação

publicado por na primeira pessoa do singular às 13:11

Tenho-me perguntado diversas vezes como é que os economistas e os políticos se atrevem a dizer que , a partir do mês tal, do dia x, o portugal vai sair da crise, vai retomar, vai voltar aos mercados.

Tendo em conta que, diariamente, acrescentam mais uma alínea em que tudo falha, tudo ultrapassa o previsto,´só posso concluir que falam para não estarem calados.

 

Ainda que Sair da crise, retomar, voltar ao mercado, não signifiquem nada de nada. Um casal pode sair da crise amanhã, fazendo as pazes de uma discussão, um vendedor de carros pode fazer uma retoma, e até eu posso voltar ao mercado, hoje na Batalha, amanhã a Leiria, quinta feira na maceira, apenas para comprar pintos ou alfaces para plantar...

 

 

publicado por na primeira pessoa do singular às 11:19

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