Sobre mim e outras coisas, irreais, ou nem por isso...

16
Fev 12

http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=41696

 

Quando os troikos virem o pessoal de manga curta, vão mandar vir um imposto sobre o sol

publicado por na primeira pessoa do singular às 17:13

Culpada

 

já não bastava exigirmo-lhes notas consoante as capacidades delas ( não as melhores de todas, mas o melhor que elas conseguirem), todos os dias os stresses das horas de acordar, de sair, de ir à escola, de chegar, de jantar, de deitar, de patinar de ir à missa e à catequese. Todos os dias o apaga a luz, desliga a torneira, desliga o aquecedor.

 Não podemos comprar, não podemos ir, não podemos fazer, não podes vestir, não podemos ter.Se calhar temos de ir para outro país

 Os stresses dos pais, os trabalhos dos pais, os ordenados que não chegam ou que nem chegam a chegar, ( e moramos onde, e os amigos, e a família, e como falamos, e quem nos vai buscar à escola??)...tudo isto estamos a fazer às filhas. Acho que o melhor de tudo na semana é o domingo de manhã, sem hora de levantar e panquecas ao pequeno almoço...

publicado por na primeira pessoa do singular às 16:57

Uma semana depois das estatísticas de 5 anos de abortos, e de pagamentos a abortos recorrentes, novas estatísticas: os desnascimentos.

 

Portugal no topo da lista, pelos piores motivos. Mas estamos no pódio, somos a fina flor, os melhores dos piores!

 

E essas estatísticas, que falam dos desinvestimentos na natalidade, uns por comodismo, outros por desespero, outros por medo, colocam-me ainda na lista das velhas, que estão entre a espada e a parede, do é Agora ou Nunca. Velha, aos 36, quase 37 anos.

Desesperada, sem dinheiro para novos tratamentos. Sem um tostão furado. Sem ordenado há meses. Mas com o sonho de ter mais um filho. Suponho que os dados me mandem avançar para a casa do Nunca.

 

 

Ocorreu-me uma ideia, em tempos de exaltação das exportações, em tempos em que preparamos as filhas para a possibilidade de termos de emigrar:

 

E se saísse uma lei que obrigasse a ter filhos?Obrigados, assim como se paga um imposto. E esses filhos eram nacionalizados e cotados na bolsa de valores, mercadorias e futuros. Atingindo uma cotação alta, o estado privatizava. De duas maneiras possíveis: vendia a grandes grupos nacionais, que exportariam, ou vendia aos alemães, como exportação!!!

 

Assim como assim, os portugueses voltaram a saír do país. E de borla!!!As homens e mulheres que cá ficam, ou são velhos , ou são novos ou não têm dinheiro para a procriaçãopor autorecriação. Os com idade correcta vão para fora, e incrementam a natalidade dos outros.

Era 2 em 1: Aumentavam a natalidade e as exportações, de maneira a renderem para o estado.

 E cada país que quizesse ter portugueses, era como se tivesse que dar um dote ao estado. Eventualmente com IVA a taxa de luxo e tudo!

O estatuto desses portugueses? pois isso pouco interessa: trabalhadores, escravos, mercadoria, nacionais dos outros países...isso não faz diferença para o caso.

 

Podia ser uma maneira de salvar um Portugal na-talência.

 

Ou não.

 

 

 

publicado por na primeira pessoa do singular às 14:28

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