Sobre mim e outras coisas, irreais, ou nem por isso...

08
Fev 12

destratei um potencial cliente. Soube-me bem.

Vão-se lixar: ligue hoje, ligue amanhã, ligue de manhã, ligue a seguir ao almoço, ligue daqui a uma hora, ligue à tardinha. Agora não está, agora está ocupado, agora não pode, ainda não chegou, já saiu, hoje não vem, não consigo encontrar, aguarde....

perdi a paciência. E a vontade de trabalhar com quem não tem tomates para dizer: não quero, não estou interessado, não ligue mais.

publicado por na primeira pessoa do singular às 17:48

Redacção: Os correios.

Os correios da minha terra são um balcão da Junta.
Na minha terra, os correios têm um horário esquisito, e nas terras ao lado também.
Quando o carteiro chega a minha casa, eu nunca estou lá, e por isso, se a minha vizinha da frente não se oferecer para guardar a carta, ele deixa um aviso para eu ir levantar ao balcão.
Para levantar correio no balcão, temos de levar bilhete de identidade, mas se o carteiro deixar na vizinha não é preciso nada. Se for para levantar algo para a empresa, tenho de levar carimbo e senha da certidão online. Se for a vizinha, mais uma vez não é preciso nada. Ou seja, a vizinha pode receber o meu correio sem se identificar, mas eu tenho de me identificar, registar e admitir ser consultada pelo estado, para o que quizer.
Os balcões de correio que me rodeiam não têm multibanco, pelo que temos de levar sempre dinheiro ou cheque.
Hoje tive de ir ao balcão dos correios. No aviso dizia que tinha de ir a Porto de Mós, num horário reduzido. Como fiz Siga tarde, já não estava disponível.
Como achei aquilo estranho, decidir antes ao balcão da Calvaria. Diria que poupei quase uma hora, porque era mesmo lá que a carta estava. Poupei o ir, o vir, as filas do costume. Só não percebo porque é que era suposto ir lá.

mas de uma empresa que deixa avisos a dizer que não está ninguém com preguiça de subir as escadas, de uma empresa em que os carteiros, mesmo vendo o nome da empresa por cima da caixa, devolvem a carta dizendo que se mudou e não deixou morada...tudo é válido

publicado por na primeira pessoa do singular às 15:09

opções:

a) tem amor próprio, não estende a mão e morre à fome
b) tem amor próprio, não estende a mão: rouba
c) tem amor próprio, pede delicadamente, chega a um compromisso e cumpre
d) tem amor próprio, engole-o acompanhado de um sapo azul ...e vermelho e de uma sapa preta, amarela e vermelha ( nunca ninguém te disse que animais de cores vistosas são perigosos?), e baixa a calcinha

http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=40545
publicado por na primeira pessoa do singular às 12:47

Costuma dizer-se " quem não te conhecer, que te compre".
Não conhecia, não votei nele. Mas tenho de o(s) aturar.
E de me aguentar à bronca, sem pieguices.

 

oh tiazinhas do meu coração, que tanto me tentaram vender o homem, têm alguma coisa a dizer?

publicado por na primeira pessoa do singular às 12:45

 Algarve teve o pior janeiro em 17 anos. E suponho que terá o pior fevereiro, março, abril, maio, junho,julho, agosto, setembro...pelo que, suponho que a queda do governo começará com uma invasão de mouros, outra vez...

publicado por na primeira pessoa do singular às 12:43

Hoje, o meu pensamento é uma "evolução".
Começou ontem, no trono, e hoje continuo com uma ideia que julgo não ser de "m****".

 

Ora bem, os gregos estão desgraçados e não aguentam mais, tca a baixar ordenados, e a despedir, a espremer..
Os espanhóis têm o desemprego em alta, e ainda vai aumentar mais.
Os piegas cá do canto, queixam-se, são entalados,e dizem os outros que é a bem da competitividade e do cumprimento.

 

Está visto que se gastou dinheiro mal gasto. Já dou de barato isso, e sempre vou achando que se se materializou em trabalhos e serviços de alguma utilidade, vá ainda se pode esquecer...já gastar em bens materiais e imateriais de alguns, anda-me atravessado.

 

 

antes de continuar, uma tomada de posição: não estou descentrada, à esquerda.

adiante.

 

 

competitividade! que linda palavra.

 

diz assim na wikipédia:

 

A competitividade é a característica ou capacidade de qualquer organização em lograr cumprir a sua missão, com mais êxito que outras organizações competidoras. Baseia-se na capacidade de satisfazer as necessidades e expectativas dos clientes ou cidadãos aos quais serve, no seu mercado objectivo, de acordo com a sua missão específica, para a qual foi criada.
 A competitividade é frequentemente vista no contexto da economia de mercado. Neste sentido, a competitividade empresarial significa a obtenção de uma rentabilidade igual ou superior aos rivais no mercado. Se a rentabilidade de uma empresa, numa economia aberta, é inferior à dos seus rivais, embora tenha com que pagar aos seus trabalhadores, fornecedores e accionistas, a médio ou longo prazo estará debilitada até chegar a zero e tornar-se negativa.
A competitividade internacional de um determinado país é a capacidade desse país para produzir e vender mais barato que os outros países, seus concorrentes.
 Um país com maior competitividade é um país que consegue com maior facilidade, colocar os bens e serviços que produz, nos mercados externos, aumentando por isso as suas exportações.
A competitividade internacional é geralmente medida pela taxa de câmbio real.

 

 

eu, que não sou nada de gestão e economia leio isto assim:

 

Portugal tem de aumentar as exportações. Tudo bem, e vende a quem?


Aos países subdesenvolvidos, que nada têm, esmifrando-os quanto pode, mas num grupo socioeconómico elevado. Porque os coitados que nada têm, continuam sem poder comprar nem beneficiar.
Aos países desenvolvidos, competido com o que chinas, indias, tailândias e afins têm para oferecer... Parece-me serviço de burro...

 

Ora esses países desenvolvidos também têm de ser competitivos, não? Então não era suposto conseguirem produzir mais baixo que nós? ou estão só a fazer tal e qual o que nós fazemos aos outros?


Ora aí está, a Alemanha compra a Portugal a preço da chuva, para vir vender a Portugal a preço de ouro, tal como Portugal investe em mão de obra barata africana, para lhes vender ao preço da Alemanha.

 

E agora pergunto eu: essa competitividade é apenas garantida pelo emagamento da fundação? porque é que os Alemães não esmagam os seus trabalhadores, de modo a eliminarem qualquer dependência de países rascas como o nosso, e espanha e grécia e afins? diminuia a importação e continuava a exportar, não era? ui, isso é que era ser competitivo, hem?

 

Mas é muito giro virem os "ricos " a Portugal, Sun Good, Food Good, People Nice, Algarve, Algarve, Houses Cheap, Hotel Clean, very good, very good, cheap, cheap...

 

Não seria justo almejar, pela via do trabalho e remuneração justa, chegar à terra deles e dizer o mesmo?

publicado por na primeira pessoa do singular às 11:29

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