Sobre mim e outras coisas, irreais, ou nem por isso...

29
Set 11

diz que vou dar mesmo aulas...

 

publicado por na primeira pessoa do singular às 22:45

Era capaz de me fazer bem...

 

Estou a ficar desesperada.

 

A empresa está a correr mal. Muito mal. Pronto, está dito. Não há trabalho, os potenciais clientes não têm trabalho nem dinheiro, está tudo nas lonas e eu também.

 

Tenho feito contactos, entrevistas, o diabo a quatro, e a resposta é sempre a mesma : não há trabalho, nem dinheiro...

 

Desde que comecei a trabalhar, sempre fui independente monetáriamente. A falta de ordenados obriga-me a respeitar o ordenado que o marido trás para casa e usá-lo no que faz falta.

 

Sinto falta de comprar livros, de comprar lingerie, de me mimar. Hoje fui pintar o cabelo, que estava uma lástima, branco, seco, tipo palha de aço, e ainda me estou a recriminar disso. E esta prisão está a dar cabo de mim.

 

O marido anda mal humorado com o trabalho, e deve ser uma grande pressão extra saber que não lhe pode dar na cabeça e mandar tudo à fava, pois iamos nós atrás, logo de seguida...

 

 

Emigrar...é uma hipotese, mas tinhamos de ir todos. Ir todos? e a educação das meninas?e o emprego para os 2? e a famlia envelhecida que cá ficaria, a precisar de nós?

Para onde? a fazer o quê?

 

 

publicado por na primeira pessoa do singular às 17:31

Andava eu tão feliz com a minha poupança/saúde pela manhã, e já me passou!

 Passei a fazer pão na máquina em formato menor ( em altura), mas com o mesmo comprimento - logo dá o mesmo número de fatias, apenas um pouquinho menores, mas como está tudo gordinho, achei que era uma boa opção.

 Arranjei os lanchinhos para as garotas, embrulhei em papel de alumínio para ficar fofinho, arranjei uvas, pus numa caixinha, e, IMEDIATAMENTE, fui deixar no hall de entrada.

Saí de casa a TEMPO E HORAS, e quando estou a chegar à escola ( que não é propriamente ali na esquina, ainda para mais com as obras eternas pelo caminho) e vejo que me esqueci dos lanches em casa. Paragem estratégica em casa da avé, e lá vão paposecos com manteiga para toda a gente...

 

 Duas conclusões:

 

1- lá se vai a poupança, porque logo à noite vai estar tudo duro, a não ser que gaste mais tempo e gasóleo para voltar atrás e ir buscar tudo.

 

 2- definitivamente, partes de mim estão com o prazo de validade a expirar ( isto se já não estiverem estragadas e bolorentas), e o pior de tudo é que o cérebro é uma delas. Dantes, chegava pôr as coisas no hall de entrada. Agora tem de ser pendurada na maçaneta da porta, isto a ver se não me esqueço...

publicado por na primeira pessoa do singular às 17:30

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