Sobre mim e outras coisas, irreais, ou nem por isso...

18
Abr 11

Imaginem-se compostos por um par de pés, em cima dos quais ( e sobre cada um) equilibrariam 11 garrafões de água. 22 no total.

 

Ou imaginem-se, tal como são, mas com um cinto de chumbos até atingirem 110kg. Depois, ponham-se a caminho, numa caminhada de quase 12 quilómetros. Param aos 5,5km, e depois só voltam a parar no fim.

 

e que tal?

 

fartei-me de ouvir comentários! Aos 8 km, pensei que todos eles seriam a minha força para chegar ao fim. Aos 9km fiquei com falta de ar, que passou ao parar um pouco, mas que me fez decidir parar por ali.

 

para os registos fica que eu não me aguentei, e que mais novos e mais velhos chegaram ao fim.

 

ninguém tem culpa de eu ser gorda. mas ninguém se pôs na minha pele. Ontem, 9km, para mim, foram uma grande vitória.

 

sugiro que os mais entusiasmados na crítica não se importem de levar lastro, na próxima passeata.

 

 

publicado por na primeira pessoa do singular às 11:30

Fosse eu a mandar ( e por isso é que ninguém vota em mim, porque não sou simpática!) , já que é para cortar , cortava a ADSE.

 

Parece razoável, que em tempos de corta unhas, o SNS não seja igualmente suficiente para todos?

 E porque é que o comum dos mortais, não satisfeito ou não encontrando resposta útil ou em tempo útil no SNS vá a determinado médico ou clínica, e por determinada consulta pague cerca de 15 a 20 vezes mais por um serviço igual ao prestado a um beneficiário da ADSE? Isto, falando de consultas como pediatria,ginecologia, otorrino, e outras do género, já sem entrar em dentistas, e grandes tratamentos ou operações...

 

Descontam para isso? eu também. Entre mim e a minha empresa, cerca de um terço do meu reduzido ordenado vai para a segurança social. A mesma que, se eu hoje ficasse desempregada não me daria subsídio de desemprego, que não não me dá qualquer subsídio por causa das filhas, mas que me permite usufruir a preços razoáveis do SNS, em alguns( poucos) serviços que me são disponilizados.

 

Dáva-me jeito? OHH, se dava! Provavelmente, a Inês precisará de aparelho nos dentes. A operação à coluna foi um rombo ainda não ultrapassado nas finaças da família. E um tratamento radical à obesidade vinha mesmo a calhar, sem ter que esperar alguns anitos..

 

Concordo com o princípio do utilizador pagador, com óbvia descriminação positiva para quem, definitivamente, não tem meios suficientes. Concordo, é claro, que havendo disponibilidade , o Estado comparticipe, equitativamente, alguns serviços. O estado, que sendo só um, não pode ter uns mais dignos do que outros, quando toca à assistência médica.

 

A título informativo, e só porque sim, o pediatra custa-me 70€ por consulta, a ginecologista 65€. Sim, poderia optar pelas consultas do posto médico, pelo médico de família. Oftalmologia, não vai custando, porque vou à multiópticas, só tenho de pagr os óculos. Mas para a Inês foram 50€ . Dentista a partir dos 40€. Otorrino, de uma só vez, 75€. Endocrinologistas, entre os 50 e os 110€! Cliníca geral no centro de Saúde, ou na Leirivida. Operação da Inês nos HUC ( graças a deus!). Operação à coluna, quase 4000€( quando fiquei meia paralizada, no hospital público disseram que não havia nada a fazer, e mandaram-me para casa talcomo entrei, com duas injecções, sem sequer se dignarem a fazer uma simples radiografia) Sim, gostava de pagar 3,99€, ou qualquer coisa a rondar estes valores. ou não pagar. .

publicado por na primeira pessoa do singular às 11:27

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