Sobre mim e outras coisas, irreais, ou nem por isso...

22
Jan 10

Gosto de fazer pão.

 

Nem que tenha de me levantar de madrugada, para , sozinha, amassar, amassar e deixar a levedar.Isto porque a minha maquineta do pão morreu, ao fim de dois anos de uso intensivo.

 

Às vezes não fica bom, piora com a minha falta de paciência para concluir devidamente alguma parte do processo. Mas, comigo, não é só assim com o pão caseiro, e consigo fazer asneira nas coisas mais simples, por uma pressa absurda de chegar ao fim, ou por um desmazelo em pormenores. Que umas vezes não interessam, que outras, são da maior importância.

 

1kg de farinha de trigo, 65, se possível, do moleiro

( opção: 30 a 40grs de farelo de trigo, aveia, centeio...)

700ml de água morna

fermento de padeiro em cubos ou saquetas ( um pouco menos que a dose recomendada)

10gr de sal

 

Amassar, à mão ou na máquina, enquanto houver paciência, juntando a água conforme as necessidades, até se formar uma bola que já nao pegue muito à taça ou às mãos.

Tapar e deixar levedar, mais ou menos tempo, o que se puder dispensar...

 

Formar o pão ou pãezinhos, com mãos enfarinhadas, e levar ao forno bem quente,( de lenha ou da cozinha, que não tenho outro) pelo tempo suficiente, para não ficar nem cru nem muito cozido...e esperar que cresça, ganhe crosta e cor, e que o cheiro invada o coração.

Terapia concluída

 

 

Pode-se ainda juntar rodelas de chouriço ou presunto, ervas aromáticas, nozes , sementes,

o que apetecer.

 

Mesmo que não fique bem, acabadinho de sair do forno, com manteiga, é sempre reconfortante e saboroso.

publicado por na primeira pessoa do singular às 18:55
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