Sobre mim e outras coisas, irreais, ou nem por isso...

14
Mai 10

Tempos houve em que a emoção numa oração era real. Passou-me.

 

Hoje, tento viver, suavemente e sem extremos, os princípios da religião em que fui educada, e transmitir os mesmos compromissos às minhas filhas.

 

Não admito que me digam que não cumpro todos os preceitos, todas as regras, todas as missas.

Não! Vou pela minha cabeça e estabeleço o que posso ou quero. Contrario o padre que reclama quando ouve dizer, eu tenho a Minha fé, ou a minha devoção Pois se é a minha, porque é que tem de ser igual à dos outros?

Vivo à minha maneira, ainda que o olhar dos meus pais por vezes me esteja a queimar a nuca..

Acredito no que me apetece, e acima disso no que me convém.

 

Não me sinto melhor ou pior pelo Papa cá ter vindo, nem mais nem menos afectada pelos escândalos recentes, uma vez que são transversais à sociedade, e para isso tinha de afligir com o mesmo que vem de fora do seio da religião, e não tenho tempo.

Condeno, mas fico-me por aí.

 

Pareceu-me mal a opulência e custos associados.

 

As tolerâncias de ponto e folgas, e bichas, e multidões, pois... não havia nexexidade... Deu-me jeito porque nas câmaras meteram  folga...

 

 

Trabalhei parte do dia, e a meio da tarde saí à aventura com marido e filhas. Soube mesmo muito bem. Afinal, aqui para estes lados até era feriado do Dia da Espiga.

 

 

publicado por na primeira pessoa do singular às 11:35

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